Consigo ter agentes de IA na empresa sem contratar ninguém?
Consegue, se a equipe aprender a criar e ajustar. É o que este serviço faz: construímos os primeiros junto com ela, e ela assume os próximos.
Vale mais a equipe aprender a fazer ou contratar quem faça?
Quando as regras mudam muito e a tarefa é do dia a dia, vale a equipe saber fazer. Quando a ligação com os sistemas é mais pesada, vale contratar a automação. Na primeira conversa ajudamos a separar uma coisa da outra.
Em que tarefas um agente faz sentido, e em quais não?
Faz sentido em tarefa com regra clara e muito volume: responder as dúvidas de sempre, ler documentos, organizar informação. Não faz sentido onde um erro custa caro e ninguém confere.
Que ferramenta escolher sem ficar preso a ela?
Uma que deixe as instruções e os dados fáceis de levar para outro lugar. Escolhemos junto com a equipe, a partir do que a empresa já usa.
Como a equipe cria um assistente com as informações da empresa?
Reunindo os documentos e as regras num lugar, escrevendo as instruções e testando com perguntas reais. É o que praticamos com a equipe.
Dá para ligar o agente ao WhatsApp, à planilha ou ao sistema que já uso?
Dá. Quando a ligação é mais técnica, fazemos essa parte; a equipe cuida das instruções e dos ajustes.
Como uso IA sem expor dado de cliente?
Com regras de uso por escrito, ferramentas no plano certo e só os dados que a tarefa precisa. Isso faz parte do serviço.
Quanto custa manter um agente funcionando por mês?
O custo mensal é o da ferramenta e do uso dela, cobrado pelo fornecedor, sem margem do Guru. Mostramos a estimativa antes de escolher.
Quem ajusta o agente quando a regra muda?
A própria equipe, que aprende a fazer isso. Se precisar, seguimos por perto.
Como sei se o agente está respondendo certo?
Com um conjunto de perguntas de teste e a revisão de uma amostra das respostas. A equipe aprende a fazer as duas coisas.
O que faço quando a IA erra?
Corrige a instrução e testa de novo. Nas tarefas sensíveis, uma pessoa confere antes de a resposta sair.